Vídeo: como é uma virada de costas regular

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Recebemos uma contribuição de um português, Tiago Marques, que nos enviou o seguinte vídeo – muito esclarecedor e importante – e ele faz uma pergunta: a situação 3 não era para ser perfeitamente legal?

A resposta é: depende. A análise dos caso 3 não pode ser considerada legítima, pois ele não começou imediatamente a execução da virada quando seus dois braços estavam na altura da cintura. Mas toda a ação leva menos de um segundo e para um árbitro não é tão fácil observar esta pequena diferença de tempo entre o braço estar na posição lateral do corpo e notar que o corpo começa a executar o movimento da virada.

Notem que não falamos nada sobre o movimento dos pés: o importante para o árbitro é notar a posição dos braços e o início do movimento da virada, a tradicional cambalhota, que aliás é o movimento mais rápido para se executar numa virada de costas.

Então o julgamento dessa virada é subjetivo e o árbitro, no caso de dúvida, nunca poderá desclassificar o nadador na situação 3. É preciso que ele tenha certeza que viu o atleta com os dois braços na altura da cintura, quase imóveis, e que o atleta não iniciou o movimento da virada. Essa desclassificação é extremamente comum nas categorias até infantil 1 – 13 anos.

Tiago ainda pergunta sobre o fato dos atletas menores estarem de costas, tocarem no susto na parede e então executarem a virada de costas. Aqui não há infração de regra: o atleta tocou com qualquer parte do corpo na parede no momento da virada, ainda estando na posição de costas. Mas ao deixar completamente o corpo da parede, o atleta deve estar também na posição de costas.

Veja um exemplo disso no vídeo abaixo, a partir do 1:00:

Já o vídeo abaixo é mais voltado para atletas, mas mostra como uma virada de costas deve ser realizada perfeitamente:

Para finalizar, uma parte de um curso – antigo – de regras de natação, apenas falando sobre nado costas:

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